CONFRONTANDO UM ESPÍRITO OBSSESSOR.
GUERRA ESPIRITUAL – A CAMINHADA DE UM ESCOLHIDO
Sejam todos bem-vindos!
Eu me chamo Jorge Silva, um escolhido por Deus. Neste blog, compartilho a minha caminhada e o testemunho daquilo que vivi ao longo da minha vida. Aqui vocês encontrarão aquilo que considero ser a verdade sobre minha história: uma vida marcada por muitas dores, sofrimentos e batalhas espirituais.
Nasci em 1980, em uma família Gonçalves que, segundo minha experiência e minha fé, vivia sob forte influência da idolatria e da feitiçaria. Foram quarenta anos de convivência com situações que marcaram profundamente minha vida.
Convido cada um de vocês a conhecer esse testemunho, registrado em meus livros. O primeiro deles é "Guerra Espiritual – O Espiritismo: A Caminhada de um Escolhido", onde relato os acontecimentos que transformaram completamente minha existência.
Antes de prosseguir, quero deixar algo muito claro.
Quando utilizo a palavra "espiritismo" neste livro, não estou me referindo aos ensinamentos da Doutrina Espírita. Meu objetivo é relatar experiências que vivi no mundo espiritual segundo minha própria vivência e compreensão.
Esta postagem corresponde a um capítulo do meu livro, no qual conto uma nova etapa da minha caminhada.
Depois de 2006, Deus me livrou da morte, da perda e do desespero. Após anos de conflitos familiares, acreditem eu enfrentei uma intensa batalha espiritual. Durante meus anos de vida, , vivi situações que envolveram minha avó, minha mãe e minhas tias, todas ligadas à Umbanda, feitiçaria, circunstâncias que descrevo detalhadamente em minha obra.
Convido você a continuar esta leitura. Talvez o que encontrará nas próximas páginas possa levá-lo a refletir profundamente sobre a vida, a fé e o mundo espiritual.
Após ser liberto daquilo que compreendi como feitiçaria, em 2007, minha vida começou a mudar completamente. Foi uma transformação que costumo comparar à passagem da água para o vinho.
Seis anos depois dessa grande bênção, quando imaginei que a vida novamente me surpreenderia de forma negativa, Deus voltou a me abençoar. Foi então que conheci a mulher que, carinhosamente, chamarei neste livro de "Neguinha do Meu Coração".
Era o ano de 2013. Em julho daquele ano, senti que o Espírito Santo — ou o Cosmo, como costumo dizer — conduziu meus passos de volta de Salvador para Fortaleza e, posteriormente, para Baturité. Foi ali que conheci uma família muito especial, que ao longo desta narrativa chamarei de "família abençoada".
No livro "Guerra Espiritual 2 – A Bênção de Jorge Silva", conto com mais detalhes tudo o que vivi durante os anos seguintes.
Hoje reconheço que muitos dos perigos que enfrentei foram consequência da minha própria vaidade, das minhas necessidades e de escolhas erradas. Muitas vezes caí, levantei-me e tornei a cair. Essa foi uma fase muito difícil da minha caminhada.
Os acontecimentos narrados neste capítulo ocorreram entre 2014 e 2018, durante os primeiros anos de convivência com minha companheira, seu filho e toda a sua família.
Apesar de conhecer muitas histórias da Bíblia e de ter recebido ensinamentos preciosos da minha mãe de criação, pouco pude fazer diante da pesada convivência que tive com pessoas ligadas à Umbanda, na Praia de Iracema.
Meus amigos, eu não tive uma vida fácil. Alguém pode pensar que estou reclamando sem motivo, mas convido todos vocês a lerem meu testemunho. Conhecerão uma vida marcada por tormentos que, segundo minha compreensão, foram consequência de influências espirituais que atingiram minha família.
Mesmo hoje, enquanto termino meu terceiro livro e preciso revisar os dois primeiros, revivo toda essa dor. A cada releitura, as lembranças retornam, e muitas vezes não consigo conter as lágrimas. É impossível recordar tudo isso sem sentir profunda tristeza.
Após conhecer a família da minha companheira, aproximamo-nos de uma de suas irmãs, a quem chamarei de Nalle. Passamos a visitá-la com frequência, principalmente em finais de semana e feriados.
Foi justamente durante um desses feriados que vivi uma das experiências mais marcantes da minha vida.
Na época em que escrevo estas linhas, estamos em 2026. Ao olhar para trás, percebo que, à medida que meu relacionamento com minha companheira se fortalecia, muitos acontecimentos também marcavam a vida de toda a família.
Neste livro procuro demonstrar aquilo que acredito ser um ensinamento presente nas Escrituras: que Deus reprova tanto a idolatria quanto a feitiçaria. Ao longo desta obra, explico por que entendo que ambas podem trazer grande sofrimento às famílias quando fazem parte de sua caminhada espiritual.
Convido cada leitor a conhecer meus livros e refletir sobre essas experiências.
Certo dia, como de costume, seguimos viagem para passar um feriado naquela cidade da serra.
O lugar é simplesmente maravilhoso.
O ar puro do interior sempre me fazia muito bem. Ao subir a serra, eu respirava profundamente e sentia o aroma do verde, o cheiro da mata, a tranquilidade da chuva e o silêncio das noites estreladas. Sempre que estava ali, sentia-me mais próximo de Deus e fazia questão de contemplar o céu enquanto orava.
Naquela visita, passamos a primeira noite na casa de Nalle.
Desde a primeira vez em que a conheci, tive a impressão de que havia algo diferente ao seu redor. Segundo minha percepção espiritual, senti uma forte carga espiritual em sua presença.
Dias depois, alguns familiares me contaram que tudo teria começado após ela participar de um velório. Desde então, passou a sofrer constantes dores de cabeça e outros problemas que, na minha compreensão, iam além de uma enfermidade comum.
Por esse motivo, sempre que oro junto com minha companheira, lembro-me dela em minhas orações e peço a Deus que alivie seu sofrimento.
Embora este livro trate de acontecimentos incomuns, meu objetivo principal não é causar medo, mas compartilhar aquilo que vivi.
Muitas pessoas já falaram sobre sofrimento, perseguições espirituais, provações e disciplina divina. Entretanto, somente quem passa por determinadas experiências conhece a intensidade dessa dor.
Acreditem: não há satisfação alguma em testemunhar tragédias ou falar sobre elas. É extremamente difícil recordar tantos acontecimentos dolorosos.
Naquela noite, depois do jantar, conversamos com a família por algum tempo e, em seguida, fomos descansar.
Como sempre faço em minha casa, também fizemos nossa oração antes de dormir.
Foi durante a madrugada que vivi uma experiência que jamais esquecerei.
Enquanto dormia, tive a nítida sensação da presença de um espírito muito próximo de mim.
Meu subconsciente parecia me alertar de que havia algo ali. Eu sentia uma presença intensa, uma respiração muito próxima e uma atmosfera extremamente pesada.
Quando essa presença me tocava, era como se descargas elétricas percorressem todo o meu corpo.
Era uma sensação assustadora.
Então eu dizia:
— Por favor, não me faça mal. Eu não o conheço. Nunca lhe fiz mal algum. Por que está me ferindo?
Quando ele me tocava, meu corpo inteiro era tomado por uma sensação semelhante a fortes descargas elétricas. Era algo impossível de explicar com palavras.
Então ouvi uma resposta que jamais esqueci:
— Tenho ódio dos vivos.
Logo em seguida, aquela presença voltou a me atingir.
A temperatura ao meu redor parecia a de uma fornalha. Meu corpo inteiro continuava sendo tomado por aquela sensação de choques, e o medo aumentava a cada instante.
Novamente implorei:
— Por favor... pare! Eu nunca lhe fiz mal.
Mais uma vez ouvi a mesma resposta:
— Tenho ódio dos que estão vivos.
Foi então que clamei pelo nome de Jesus.
Meus amigos, creio sinceramente no poder desse nome. Naquele momento invoquei Jesus Cristo com toda a força da minha alma.
Assim que pronunciei Seu santo nome, o espírito cessou os ataques. Entretanto, continuava diante de mim. Eu sentia claramente sua presença em frente à rede onde estava deitado.
Pela terceira vez, ele repetiu:
— Tenho ódio dos vivos.
Naquele instante reuni toda a coragem que ainda me restava e respondi:
— Em nome de Jesus Cristo, eu te repreendo! Se rejeitas a luz de Deus, afasta-te daqui. Pelo sangue precioso de Jesus Cristo, peço o livramento e o socorro do Senhor.
Quase imediatamente senti que um anjo foi enviado por Deus.
Na minha percepção, ele declarou que aquela casa já não pertencia mais àquele espírito.
Vi, em espírito, o anjo afastando aquela presença, enquanto eu ainda sentia o intenso calor que parecia envolver todo o ambiente.
Jamais esquecerei aquela sensação.
Quando tudo terminou, meu corpo estava completamente exausto. Era como se eu tivesse caminhado durante horas sob um sol escaldante.
Eu estava encharcado de suor.
Peguei o celular e olhei o horário.
Eram exatamente 3h15 da madrugada.
Aos poucos fui recuperando a consciência do ambiente onde estava. Meu coração voltou a se acalmar, minha respiração ficou tranquila e consegui compreender que tudo havia passado.
Na manhã seguinte contei toda a experiência à minha companheira.
Enquanto relatava o que havia acontecido, um pensamento não saía da minha mente.
Se apenas um breve contato com aquele espírito foi suficiente para me causar tamanho sofrimento, como estaria vivendo Nalle, que, segundo tudo o que observei ao longo dos anos, enfrentava essa situação continuamente?
Na minha compreensão, aquele sofrimento explicava as constantes dores de cabeça, os desmaios, as enfermidades e outros acontecimentos que ela relatava.
O que mais me impressionava era perceber que seus dois filhos, pessoas de fé, pareciam desconhecer a gravidade daquilo que sua enfrentava, amigos é um sofrimento.
Foi então que comecei a refletir sobre quantas pessoas convivem diariamente com sofrimentos que nem sempre conseguem explicar.
Depois daquela noite, comecei a refletir profundamente sobre tudo o que havia acontecido.
Lembrei-me de muitos relatos escritos por Chico Xavier sobre pessoas que, segundo sua compreensão, possuíam uma sensibilidade maior para perceber o mundo espiritual. Embora minhas convicções sejam diferentes em diversos aspectos, compreendi, ao longo da minha caminhada, que algumas pessoas parecem carregar uma responsabilidade muito grande diante dessas experiências.
Foi exatamente assim que passei a enxergar o sofrimento de Nalle.
Na minha percepção, ela carregava uma cruz muito pesada. Eu acreditava que somente Deus poderia libertá-la definitivamente daquele tormento.
Infelizmente, foi também nessa época que comecei a falhar.
Falhei com minha esposa.
Falhei com seus familiares.
Falhei com meus filhos.
Falhei com meu enteado.
Mas, acima de tudo, senti que falhei diante de Deus.
Em vez de permanecer totalmente dedicado ao propósito que acreditava ter recebido, deixei-me envolver pelas preocupações da vida, pelos desejos pessoais e pelas distrações do mundo.
Enquanto eu me ocupava com tantas coisas, não percebia que minha companheira e sua família também atravessavam momentos extremamente difíceis.
Meus sogros, o senhor Chico e dona Edite, já eram idosos e necessitavam de cuidados constantes.
Minha esposa fazia tudo o que podia para ajudá-los. Nunca lhes faltou apoio, carinho ou dedicação. Seu filho também sempre esteve presente quando a família precisou.
Entretanto, quanto mais o tempo passava, mais eu percebia que havia uma batalha invisível acontecendo ao nosso redor.
Segundo a minha compreensão, o inimigo procurava enfraquecer a família por meio das divisões, dos conflitos e das mágoas.
Algumas pessoas começaram a mudar completamente o comportamento comigo.
Passei a ouvir frases que jamais imaginei escutar.
— Tenho nojo dele - uma sobrinha da minha esposa.
- Eu não sei como ele ainda não percebeu - Eu não quero ele aqui. (irmãos da esposa)
- O Jorge é muito inconveniente, será que ele não entendeu que não queremos ele na nossa família? (irmão da esposa)
Essas palavras feriam profundamente meu coração.
Ao mesmo tempo, minha esposa enfrentava situações extremamente difíceis.
Em uma ocasião, quase perdeu a vida durante um assalto dentro do banco onde recebia seu salário.
Em outra situação, ao tentar ajudar um de seus sobrinhos, acabou enfrentando problemas judiciais que provocaram o rompimento de amizades construídas ao longo de muitos anos.
Foi então que começaram as perguntas.
— Jorge, o que está acontecendo com a nossa família? Antes nada disso acontecia.
Outros diziam:
— Foi só o Jorge chegar que os problemas começaram.
Confesso que ouvir essas acusações doía profundamente.
No entanto, nunca acreditei que eu fosse o causador daqueles sofrimentos.
Pelo contrário.
Durante toda a minha vida, mesmo depois de tudo o que vivi com minha família biológica, jamais entrei em uma igreja para pedir que Deus castigasse alguém que me tivesse feito mal.
Mesmo sabendo que muitas pessoas desejavam minha derrota, sempre procurei entregar tudo nas mãos do Senhor.
Ainda assim, percebia nos olhares de alguns parentes da minha esposa um sentimento de rejeição crescente.
Os problemas se acumulavam.
As discussões aumentavam.
E eu via, pouco a pouco, os laços daquela família sendo abalados.
O que mais me entristecia não era ser rejeitado.
Com o passar do tempo, aprendi a conviver com isso.
O que realmente me feria era perceber que pessoas por quem eu orava, me preocupava e procurava ajudar passaram a acreditar que eu era o responsável pelas dificuldades que enfrentavam.
Mesmo assim, nunca deixei de pedir a Deus que tivesse misericórdia de todos nós.
Se houve pessoas daquela família pelas quais sempre senti profunda gratidão, uma delas foi meu sogro.
Tenho convicção de que Deus conhece o coração de cada ser humano e julga cada um segundo Sua perfeita justiça.
Por isso, acredito que o senhor Francisco de Tomaz de Aquino encontrou a paz que tanto buscava.
Nos últimos dias de sua vida, tive a oportunidade de estar ao seu lado. Vi um homem arrependido, consciente de suas limitações e desejoso de se reconciliar com Deus.
Naquele leito, movido pela fé que havia em meu coração, fiz uma oração e o batizei em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Foi um dos momentos mais marcantes da minha caminhada.
Sempre que recordo esse dia, meus olhos se enchem de lágrimas.
Esse testemunho está relatado em outro texto do meu blog, onde conto detalhadamente tudo o que aconteceu.
Também tenho uma imensa dívida de gratidão para com minha esposa e seu filho.
Infelizmente, reconheço que os decepcionei.
Com minhas escolhas e meus erros, causei feridas profundas.
Meu enteado, que durante muito tempo foi um grande amigo, afastou-se completamente de mim.
Mesmo compreendendo suas razões, minha alma sofre todos os dias ao lembrar da dor que lhe causei.
Quantas vezes me perguntei:
"Por que agi daquela maneira?"
Se pudesse voltar no tempo, certamente faria muitas coisas de forma diferente.
Entretanto, o passado não pode ser mudado.
Tudo o que me resta é reconhecer meus erros diante de Deus, pedir perdão e procurar viver de maneira diferente.
Ao mesmo tempo, comecei a observar algo que me chamava atenção.
Enquanto alguns membros da família me rejeitavam, diversas situações difíceis passaram a acontecer entre eles.
Alguns enfrentaram enfermidades.
Outros passaram por problemas financeiros.
Houve conflitos familiares, acidentes e momentos de grande sofrimento.
Segundo a minha compreensão espiritual, essas situações não eram simples coincidências.
Por isso, sempre procurei alertá-los da melhor forma que pude.
Infelizmente, muitos interpretaram meus alertas como críticas ou ofensas.
Alguns chegaram a debochar de mim.
Outros diziam que eu estava exagerando.
Mesmo assim, continuei orando por todos.
Jamais desejei o mal de qualquer pessoa.
Pelo contrário.
Sempre pedi que Deus tivesse misericórdia de cada membro daquela família.
Quando olho para trás, percebo que muitas vezes fui incompreendido.
Mas também reconheço que minhas próprias falhas contribuíram para que algumas pessoas deixassem de confiar em mim.
Essa talvez seja uma das maiores dores que carrego.
Não a rejeição.
Mas a consciência de que poderia ter sido um exemplo melhor.
Ao longo dos anos vi pessoas adoecerem, famílias se dividirem, amizades terminarem e relacionamentos serem destruídos.
Tudo isso fortaleceu ainda mais minha convicção de que existe uma batalha espiritual que muitas vezes passa despercebida aos olhos humanos.
Escrevo este testemunho não para condenar ninguém.
Também não escrevo para me colocar acima de qualquer pessoa.
Muito pelo contrário.
Escrevo como alguém que também errou.
Que caiu.
Que chorou.
Que precisou pedir perdão inúmeras vezes.
E que continua caminhando, todos os dias, buscando a misericórdia de Deus.
Se existe uma mensagem que desejo deixar ao leitor, é esta:
Nenhum ser humano está livre de falhar.
Mas todo aquele que se arrepende sinceramente pode encontrar graça, perdão e uma nova oportunidade diante de Deus.
Essa é a esperança que sustenta minha caminhada até hoje.
E é por isso que continuo escrevendo.
O QUE APRENDI COM ESSA EXPERIÊNCIA
Hoje, olhando para tudo o que vivi, reconheço que muitas vezes falhei.
Errei como marido.
Errei como padrasto.
Errei como pai.
Errei como um escolhido.
Errei em decisões que tomei ao longo da minha caminhada.
Mas também aprendi que Deus continua estendendo Sua misericórdia àqueles que reconhecem seus erros e desejam recomeçar.
Não escrevo estas palavras para convencer ninguém.
Escrevo porque vivi tudo isso.
Cada pessoa é livre para acreditar ou não em meu testemunho.
Meu compromisso é apenas relatar aquilo que presenciei ao longo da minha vida.
Sei que muitos discordarão de mim.
Outros talvez encontrem nestas palavras respostas para perguntas que carregam há anos.
Se este for o seu caso, peço apenas que leia com o coração aberto.
Talvez você descubra que não está sozinho em sua caminhada.
Esta postagem apresenta apenas uma pequena parte da minha história.
Nos livros da série Guerra Espiritual, relato com muito mais detalhes os acontecimentos que marcaram minha vida desde a infância, os desafios que enfrentei, os erros que cometi e as experiências que moldaram minha fé.
Que Deus abençoe você e sua família.
Um forte abraço.
Neste blog compartilho parte da minha caminhada e reflexões sobre fé, esperança, perseverança e as experiências que marcaram minha vida.
Se desejar acompanhar as próximas publicações, volte sempre.
Que Deus abençoe você e sua família.
Jorge Silva.
Autor: Jorge Silva
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